terça-feira, 25 de novembro de 2008
Segunda -Feira...que afinal foi na terça!
UHHHHRRRRRR....
Fim de semana em casa...

quarta-feira, 19 de novembro de 2008
«metade de mim»

Que a morte de tudo em que acredito não me tape os ouvidos e a boca.
Porque metade de mim é o que eu grito, mas a outra metade é silêncio.
Que a música que ouço ao longe seja linda, ainda que tristeza.
Que a pessoa que eu amo seja pra sempre amada, mesmo que distante.
Porque metade de mim é partida, mas a outra metade é saudade.
Que as palavras que eu fale não sejam ouvidas como prece
e nem repetidas com fervor, apenas respeitadas,
como a única coisa que resta a um homem inundado de sentimento.
Porque metade de mim é o que eu ouço, mas a outra metade é o que calo.
Que essa minha vontade de ir embora se transforme na calma e na paz que eu mereço.
E que essa tensão que me corrói por dentro seja um dia recompensada.
Porque metade de mim é o que eu penso, mas a outra metade é um vulcão.
Que o medo da solidão se afaste, e que o convívio comigo mesmo se torne ao menos suportável.
Que o espelho reflicta em meu rosto um doce sorriso que eu me lembro de ter dado na infância.
Porque metade de mim é a lembrança do que fui, a outra metade eu não sei...
Que não seja preciso mais do que uma simples alegria para me fazer aquietar o espírito.
E que o teu silêncio me fale cada vez mais.
Porque metade de mim é abrigo, mas a outra metade é cansaço.
Que a arte nos aponte uma resposta, mesmo que ela não saiba,
e que ninguém a tente complicar, porque é preciso simplicidade
para fazê-la florescer.
Porque metade de mim é a plateia e a outra metade, a canção.
E que minha loucura seja perdoada.
Porque metade de mim é amor
e a outra metade
também...
Palavras Soltas....

Hoje salvamos mais um doente após uma breve paragem cárdio-respiratória.
Fomos buscar o Sr. doente (a outro mundo) e demos-lhe mais uns curtos meses de vida.
Nestas situações as coisas estão a acontecer tão depressa que não foi fácil organizar o pensamento e discernir o que devia fazer e em que momentos o devia fazer. O pânico apodera-se de nós e deixa-nos um pouco tontos. Somos quase incapazes de repetir aquilo que teoricamente tantas vezes ensaiamos, até que lá chega o clik e avançamos.
É desconcertante...
Para além disso as pessoas amontoam-se para ver passar o carrocel, o circo fica montado e não fosse a atenção de alguns o caso teria sido infeliz. Abençoados sejam pela vossa calma!
Posso dizer, que no fim de tudo isto, se não fosse o abençoado atraso português, o Sr doente tinha feito a paragem algures num corredor perdido e por causa do apagão fisiológico tinha ido de vez para o outro mundo.
quinta-feira, 13 de novembro de 2008
O Natal...

quarta-feira, 12 de novembro de 2008
Voltei...
Apesar de tanto tempo sem dar notícias, volto aqui a este meu espaço há tanto tempo abandonado...
É bom saber que agora falo só para alguns dos meus mais fieis visitantes, aqueles que me conhecem, me acompanham na minha vida e fazem parte dela.
Como tal sabem muito bem onde trabalho, aquilo com o que lido e os desafios que vou enfrentando no dia a dia... as minhas inseguranças, medos e por outro lado algumas certezas.
Lidar com a vida humana todos dias é desgastante. Vejo as suas fragilidades e revejo-me muitas vezes na situação dos doentes com os quais trabalho pelo que me dá muito medo....
quarta-feira, 16 de julho de 2008
Deus e as suas escolhas...
Para Einstein "o Homem é livre de fazer o que quer, mas não é livre de querer o que quer", o que significa que o Homem age sempre de forma compulsiva, sem uma verdadeira liberdade, todos os seus actos estão determinados pelas leis da natureza. Circunstâncias...
E a livre escolha pessoal, será que existe??? Cada vez acredito menos...
Até já
quarta-feira, 9 de julho de 2008
O que dizer a alguém que te vem dizer que disseram...
-"Sócrates, sabes o que eu acabei de ouvir acerca de um amigo teu?"
-"Espera um minuto" - respondeu Sócrates - "Antes que me digas alguma coisa, gostaria de te fazer um teste. Chama-se o "Teste do Filtro Triplo."
-"Filtro Triplo?"
-"Sim" - continuou Sócrates. "Antes que me fales do meu amigo talvez fosse uma boa ideia parar um momento e filtrar aquilo que vais dizer. Por isso é que eu lhe chamei o Filtro Triplo."
E continuou: -"O primeiro filtro é VERDADE. Tens a certeza absoluta de que aquilo que me vais dizer é perfeitamente verdadeiro?"
-"Não," - disse o homem -"o que acontece é que eu ouvi dizer que..."
-"Então" - diz Sócrates" - não sabes se é verdade. Passemos ao segundo filtro, que é BONDADE. O que me vais dizer sobre o meu amigo é bom?"
-"Não, muito pelo contrário..."
-"Então" - continuou Sócrates - "Queres dizer-me alguma sobre ele e ainda por cima nem sabes se é ou não verdadeiro. Mas, bem, pode ser que ainda passes o terceiro filtro. O último filtro é UTILIDADE. O que me vais dizer sobre o meu amigo será útil para mim?"
-"Não, acho que não..."
-"Bem" -concluiu Sócrates – “se o que me dirás não é bom, nem útil e muito menos sabes se é verdadeiro, para quê dizeres-me?"
Até já
quinta-feira, 3 de julho de 2008
quarta-feira, 2 de julho de 2008
Estado de sítio... da nossa língua
Alevantar
O acto de levantar com convicção, com o ar de 'a mim ninguém me come por parvo!... alevantei-me e fui-me embora!'.
Amandar
O acto de atirar com força: 'O guarda-redes amandou a bola para bem longe'
Aspergic
Medicamento português que mistura Aspegic com Aspirina.
Assentar
O acto de sentar, só que com muita força, como fosse um tijolo a cair no cimento.
Capom
Porta de motor de carros que quando se fecha faz POM!
Destrocar
Trocar várias vezes a mesma nota até ficarmos com a mesma.
Disvorciada
Mulher que se diz por aí que se vai divorciar.
É assim...
Talvez a maior evolução da língua portuguesa. Termo que não quer dizer nada e não serve para nada. Deve ser colocado no início de qualquer frase. Muito utilizado por jornalistas e intelectuais.
Entropeçar
Tropeçar duas vezes seguidas.
Êros
Moeda alternativa ao Euro, adoptada por alguns portugueses.
Falastes, dissestes...
Articulação na 4ª pessoa do singular. Ex.: eu falei, tu falaste, ele falou, TU FALASTES..
Fracturação
O resultado da soma do consumo de clientes em qualquer casa comercial. Casa que não fractura... não predura.
Há-des
Verbo 'haver' na 2ª pessoa do singular: 'Eu hei-de cá vir um dia; tu há-des cá vir um dia...'
Inclusiver
Forma de expressar que percebemos de um assunto. E digo mais: eu inclusiver acho esta palavra muita gira. Também existe a variante 'Inclusivel'.
Mô A forma mais prática de articular a palavra MEU e dar um ar afro à língua portuguesa, como 'bué' ou 'maning'. Ex.: Atão mô, tudo bem? Nha Assim como Mô, é a forma mais prática de articular a palavra MINHA. Para quê perder tempo, não é? Fica sempre bem dizer 'Nha Mãe' e é uma poupança extraordinária.
Númaro Também com a vertente 'númbaro'. Já está na Assembleia da República uma proposta de lei para se deixar de utilizar a palavra NÚMERO, a qual está em claro desuso. Por mim, acho um bom númaro!
Parteleira
Local ideal para guardar os livros de Protuguês do tempo da escola.
Perssunal
O contrário de amador. Muito utilizado por jogadores de futebol. Ex.: 'Sou perssunal de futebol'. Dica: deve ser articulada de forma rápida. Pitaxio Aperitivo da classe do 'mindoím' ou do 'tramoço'.
Prontus
Usar o mais possível. É só dar vontade e podemos sempre soltar um 'prontus'! Fica sempre bem.
Quaise
Também é uma palavra muito apreciada pelos nossos pseudo-intelectuais... Ainda não percebi muito bem o quer dizer, mas o problema deve ser meu.
Stander Local de venda. A forma mais famosa é, sem dúvida, o 'stander' de automóveis. O 'stander' é um dos grandes clássicos do 'português da cromagem'... Tipo Juntamente com o 'É assim', faz parte das grandes evoluções da língua portuguesa. Também sem querer dizer nada, e não servindo para nada, pode ser usado quando se quiser, porque nunca está errado, nem certo. É assim... tipo, tás a ver? Treuze Palavras para quê? Todos nós conhecemos o númaro treuze.
Cambra
Instituições que governam os municípios portugueses. Quem é que não conhece
o presidente da cambra municipal?
Mortandela
Enchido que consiste na união de mortadela com manteiga.
Selada
Prato frio que consiste numa varidade de alimentos luguminosos na sua maioria, e que
por sua vez são inspeccionados e selados pela ASAE.
Naé
Bem isto pode ser qualquer coisa que serve acabar as frases, não é?
Egigir
Eu egijo que o próximo dicionário contenha estas palavras que tão bem os portugueses se servem.
Calipto
Para refrescar num verão quente, nada melhor que este fantástico gelado da 'Olá'
Sabanépe
Refrigerante à base de lima e limão que por vezes deixa um gostinho na boca a sabão
Bode expiratório... sem comentários :)
sexta-feira, 27 de junho de 2008
Os indesejados...
Sim, são esses que estão a pensar. São aqueles chatos que só por irem no lugar ao lado do teu acham que deveríamos ficar amigos do peito e contar as mágoas e dramas desde o nascimento até a actual idade.
Não há paciência.
Foi o que me aconteceu.
A pobre da senhora devia ter a vida mais infeliz que já alguma vez ouvi. Operada "tantas vezes que já não me lembro" com doença múltiplas e enfermidades que se complicavam a cada operação mas que os abençoados médicos(muito bons, todos muito bons) tentavam resolver mas sem sorte...coitados.bla bla blaaaaaaa e blaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa. Verdadeiramente assustador.
É claro que eu apesar de achar o meu livro muito mais interessante tive que dar alguma atenção e tornar-me numa ouvinte de huns e hã hã para não dar ar de mal educada.
Por fim a senhora lá se apercebeu que eu era mais dada a leituras imaginadas que a tristes realidades acabando por terminar a conversa......
Algo que eu muito agradeci interiormente.
Coisas de viagens!!!!quem já não teve histórias destas?
Ate já
segunda-feira, 23 de junho de 2008
segunda-feira, 16 de junho de 2008
As opções de DEUS...
segunda-feira, 9 de junho de 2008
CREO...
Creo en las almas
en el espacio inerteen
los tiempos de gloria
Creo en nuestro amor
en lo eterno
en las despedidas
Creo en la fuerza
depresión o alegríamo
viendo almas
Creo en ti
en tu espacio ausente
en las sonrisa perdidas
Creo en la amistad
en los lazos invisibles
en la autodestruccion del alma
Creo en la poesía
la sangre en el papel
los tatuajes del alma
Creo en todo lo no creíble
que desentierra placer
en momentos de locura
Amen!!
domingo, 8 de junho de 2008
VIDA....
A poeira nebulosa dos cronicon repete-nos a sua sequência. É o vidrar de tantos anos que não nos apercebemos.
O tempo presente é tão passado no instante seguinte, que o futuro é quase no mesmo instante passado.
Há que ser feliz, sempre...
Não acredito no sofrimento santificado. Se tendemos e buscamos sempre a melhor forma de estarmos bem, porque temos de sofrer para sermos felizes?
No Creo...Vive o melhor pelo melhor, afasta o sofrimento e tudo o que te faz mal, supera pequenos desajustes como se eles fossem isso mesmo... Realiza-te!!
As dúvidas vão assolar-te sempre nem um macróbio felliz, terás sempre suspeitas na santidade e no sofrer...
Sê FELIZ....
Até já.
sexta-feira, 6 de junho de 2008
Desabafos Cor de Rosa 2...
Agora que "voltou" para apresentar o Jornal Nacional na TVI, está mais impossível que nunca.
Nãaao é possível que depois de apresentar as notícias mais fantasiosas, sensacionalistas e pouco importantes, ainda tem a lata de fazer os comentários pirosos que faz ...
As notícias têm de ser isentas,já basta os jornalistas apresentarem-nos uma versão dos factos não precisamos que nos dêem mais uma opinião da notícia, especialmente se os comentários são maldosas e tendenciosos ....
Não Vejo mais o telejornal da TVI...
Que falta de nível...
Pena é que o Zé povinha adora...Assim é a nossa sociedade real....
Até já!!
segunda-feira, 2 de junho de 2008
Um dia após as folgas...
O futebol também foi muito bom... A selecção teve mais ou menos. O importante foi divertimo-nos, isso porque o mais importante não era a selecção mas a "equipa" mais apreciada pelos meus compinchas - as meninas da claque da TMN.
Depois de volta ao mundo real, voltam as sensações de frustração de desanimo face as aspirações do que queremos.
Sei que devia tomar uma decisão...
sexta-feira, 23 de maio de 2008
A minha carta..
Sinal de confiança, cumplicidade, atenção.....ou sinal de contas para pagar!
..se olharmos bem, apenas os nossos amigos nos mandam cartas, ou os bancos e os senhores das contas.
As cartas trazem os sentimentos daqueles que nos fazem sentir queridos, trazem as emoções das aventuras, dos encontros...dos desejos.
Hoje recebi uma carta especial...uma carta de sentimento...
Como não tive que pagar nada, ainda foi melhor, porque os sentimentos não têm de se pagar, constrõem-se e asseguram-se no tempo. Devíamos construir mais cartas, enviar mais mensagens que fossem capazes de chegar ao destino e não se desvanecerem num simples clique de telemóvel ou de computador. Enviar para a lixeira um sentimento não é tão bom como poder rele-lo muitos anos depois, mesmo que amarelado pelo tempo...
Obrigada
quinta-feira, 22 de maio de 2008
Jornada da Juventude...
Correu tudo muito bem, o empenho foi visível. Ate São Pedro ajudou.
Castro Daire deu cartas na arte de receber, tanto pela caminhada como pela eucarístia-
Muito bem...
Sernancelhe esteve também de parabéns. Apesar do pequeno percalço de caminho por causa de um acidente de autocarro (que chegou para o susto) portaram-se muito bem na canção que interpretaram. Muito bem mesmo.
Espero ver-vos mais vezes por "aqui"....
Laida és uma grande apresentadora...
Susaninha, belas tarjas!
Animadores, estiveram fantásticos... mas deviam ter feito a frango Ernesto.
Chefinho.... calma....
Todos juntos conseguimos....
Até já.
É assim...
domingo, 18 de maio de 2008
Pensamentos...
Isto de se pensar demais é tramado...Pensar por tudo e por nada, nas coisas que vale a pena e naquelas que nem por isso, trás dissabores que muitas das vezes não estamos preparados.
Pensamos nas intrigas, nas confusões, nas palavras ditas sem sentido.... naquilo que queremos e não conseguimos. Coisas que não temos e coisas que não nos levam a lado nenhum.
Pensar é inato. Não o conseguimos conter... mas que é chato lá isso é!
sexta-feira, 9 de maio de 2008
Encontros...
Até já!
P.S: Prometo que depois de resolver os meus problemas no PC (ele variou de vez), volto a aparecer!
quarta-feira, 23 de abril de 2008
Coisas bonitas...
Aqui está um belo exemplo disso.
Esta flor pertence a uma pequena erva, mas na sua simplicidade ela apresenta recantos e encantos.
Porque afinal há coisas que são grandes na sua pequenez.
Até já!
domingo, 20 de abril de 2008
O meu quadro...
Dizem que a arte é estranha...
Eu gosto de arte, gosto daquela arte que me faz ver para além do desenhado. Aquela que transmite sentimentos, sejam de raiva ou angústia, ou então de paixão /razão.
Este é o meu quadro preferido!
A envolvência dos amantes, faz-me entender como tudo deveria ser. Deveríamos encetar a envolvência na nossa vida, incorporar todas as coisas como se elas fizessem parte de nós. O embrenhar dos amantes leva-os para além dos seus limites, as suas capacidades são aumentadas, potenciadas, as fraquezas esbatem-se e avida torna-se no colorido das suas roupas, e nas expressões dos seus rostos.
É magnifico!
Já agora se me quiserem oferecer o quadro, estejam à vontade....
Eu prometo que não me importo.
PC`s
Preciso que me correspondas...preciso que me deixas aceder às tuas memórias e avives em mim aquilo que criei em ti ... Se por infelicidade perder tudo aquilo que és e que trazes, vai ser dificil recomeçar. São apenas alguns anos da minha vida.
Não craches!
Dificuldades destes tempos modernos.
A sanidade mental...
Prezo-a e procuro-a todos os dias.
Não te preocupes pois tenciono saber o que faço.Não é por fazer as escolhas que tu não farias que estas estão erradas. São diferentes, o tempo é outro.Achas que me meto por atalhos? não é isso...mas a vida modificou.
Por favor mantêm-te perto da minha vida, mas não tão perto que isso interfira e me deixe desconcertada.
Vou continuar a gostar de ti.
segunda-feira, 7 de abril de 2008
A chuva e fim...
O dia está fusco e repenicado...Não acho muita graça.
A morte é inevitável, mas doí sempre tanto!Parece que sobrevivemos para a encontrarmos.
Quando vemos a morte de longe achamos que esta nunca chega, sentimos a invencibilidade da vida correr nas veias, mas logo nos apercebemos que não é assim ... é insuportável e inegável...
Quanto custa uma vida?Quanto custa a morte?Quanto custa perder alguém? Será que tudo não passa da dor egoísta de sabermos que não podemos contar com o apoio e o suporte daquele que foi!!!
Coisas tristes e inegáveis...
É o estado do tempo, afinal!
sexta-feira, 4 de abril de 2008
As coisas que descubro...
· Todas as sextas-feiras de manhã, pelas 6 horas, a mulher da limpeza desligava o ventilador do doente para ligar o aspirador!!!
'O cérebro é uma coisa maravilhosa. Todos deveriam ter um '!!!
O meu menino "Tinani"...

domingo, 30 de março de 2008
Para os meus amigos...
Coisas que aprendemos com os filmes...
2- Em todas as investigações policiais, é necessário visitar um local de striptease no mínimo uma vez.
3- Se desejar passar por um militar alemão, não será necessário falar a língua. Um sotaque alemão será o suficiente.
4- Se ficarem numa casa assombrada, as mulheres deverão investigar quaisquer barulhos estranhos usando unicamente a roupa interior mais provocante.
6- Um homem a disparar contra 20 tem mais hipóteses de matá-los do que 20 homens a dispararem contra um, se este for o herói.
7-A maior parte dos computadores portáteis são suficientemente potentes para anular os sistemas de comunicação de qualquer civilização extraterrestre invasora.
8- Não interessa se está em número inferior numa luta que envolva artes marciais - os inimigos esperarão pacientemente para atacá-lo um de cada vez.
Coisas de filmes...
Até já!
segunda-feira, 24 de março de 2008
O caminho cambaleante...
Ao vermos a fila pelo fundo percebe-se a dança desencontrada que vai do lado direito, para o lado esquerdo, depois novamente para o direito e em seguida para o esquerdo..... até ao momento da comunhão.
O mais engraçado nesta dança, é que ela se repete sempre, em todas as missas, em todos os rituais, como se ela mesma fosse um ritual.
O ritual da vida!
(Estórias) de fim de semana...
Tinha grandes olhos azuis e um longo cabelo castanho amarrado por dois "tótós" cor de rosa. A cara sarapintada de pequenas sardas dá-lhe uma graça especial que fazia com que toda a gente lhe desse atenção por onde passava. Curiosamente ao entrar na loja, e após ter revirado quase tudo, fixou o olhar em mim e permaneceu imóvel durante os minutos em que eu embrulhava os presentes que a mãe levava.
Curioso... Parecia hipnotizada, como se na sua frente estivesse a acontecer a coisa mais fantástica que alguma vez tinha ocorrido.Seguia todos os gestos, incorporando-os, respirando-os como se um feitiço a imobiliza-se contra a vitrina do qual conseguia ver o balcão. E eu fiquei assombrada... O seu simples olhar tinha-me feito reparar que há pequenas coisas e gestos que só quando notados é que lhes damos valor. Eu percebi que embrulhar uma prenda demonstra a forma com que tratamos tantos coisas!
domingo, 16 de março de 2008
Reticências...
Gosto delas porque são pequenas e redondas. Podemos abusar delas o quanto quisermos sem que se cansem e nos cansem!
Como são redondas podemos empurrar que não se partem nem se deformam...
Contêm tudo aquilo que não conseguimos dizer...Contêm o mar e as estrelas, a lua e o sol, o coração, a raiva a inveja mais os sete pecados capitais e outros que tais...
Contêm o meu mundo, o teu mundo, o mundo de alguém e as histórias de Voltaire! Pressentem o universo de um átomo, a física de um mágico, a alegria de uma onda! Sobrevivem no turbilhão de emoções e reencontram desejos... amadurecem ideias, objectivos, ideais e trabalhos que se preparam para acampar...
Afinal as reticências contêm as línguas daquilo que somos e não conseguimos dizer, traduzem-nos na totalidade...
Porque afinal elas são mesmo as ....
Até já!
quinta-feira, 13 de março de 2008
Olhar colorido

Pois é...ontem fiquei muito contente por ter recebido uma mensagem de uma amiga a comentar o meu blog. Mas fiquei ainda mais contente por saber que ela agora esta empenhada nas novas tecnologias...FANTÁSTICO!! Continua....qualquer dia falamos pelo messenger!
Escrever é sempre algo pessoal e muito próprio... Não nos conseguimos descolar de quem somos nem do que acreditamos, mas isso não quer dizer que temos de traduzir a nossa realidade, até porque isso dava a impressão de escrever um diário (e já não tenho idade para isso!). Escrever é um pequeno espaço que dispendo pelo simples gozo de jogar com as palavras, de brincar com as frases e compor histórias que ocorrerem no tempo, que observo do quotidiano ou que liberto do meu imaginário (só porque sim).
O ser blogue é onde essas histórias acorrem,
Até já!
quarta-feira, 12 de março de 2008
Raspanetes cor de rosa I
Se fossemos capazes de fazer precisamente o inverso ficariamos todos mais felizes.
Até já!
terça-feira, 11 de março de 2008
AMOR!!

segunda-feira, 10 de março de 2008
O preço de um milagre...

Por causa desse tipo de situações, só hoje é que me deparei com uma história fantástica, que há quase uma semana estava dentro de uma revista em cima da minha secretária.
Einstein dizia que Deus não joga aos dados, pelo que acredito que existem momentos, que embora pareçam meras coincidências não são mais que breves momentos de espaço acertados por Deus para nos fazer VER.
É certo que hoje um desse timings comoveu-me, sem saber bem porque.
Mas como os mistérios acontecem sem os percebermos aqui vos deixo a pequena história.
“ Uma menina, apenas de seis anos de idade, ouviu os seus pais a conversar sobre o seu irmãozinho mais novo. Do que ouviu percebeu que o menino estava muito doente e que não havia dinheiro para o curar. Os pais decidiram mudar de casa porque não havia dinheiro suficiente para pagar as contas do médico e o aluguer do apartamento. Só uma intervenção cirúrgica, muito cara, poderia salvar o menino e não havia ninguém que pudesse emprestar-lhes dinheiro.
A menina ouviu o pai a dizer à mãe, num murmúrio desesperado: só um milagre poderá salvá-lo”.
Sem que os pais se apercebessem, foi ao seu quarto, procurou, no armário, um frasco. Despejou todo o dinheiro que tinha, no chão, e contou-o, cuidadosamente, por três vezes. Não podia haver engano. Voltou a colocar as moedas no frasco, com cuidado, e fechou a tampa. Saiu devagarinho, pela porta do fundo e procurou a farmácia mais próxima. Já na farmácia, esperou, pacientemente que o farmacêutico a visse e lhe desse atenção, mas ele estava muito ocupado. O tempo passava e a angústia aumentava. Finalmente foi atendida!
- O que queres? Perguntou o farmacêutico aborrecido – estou com o meu irmão que chegou de Chicago e que não vejo há muito tempo.
- Bem …eu quero falar-lhe sobre o meu irmão – respondeu a menina também aborrecida – ele está muito doente …e eu quero comprar um milagre.
- Como? – Balbuciou o farmacêutico, admirado.
- Ele chama-se André e está com alguma coisa muito má a crescer dentro da cabeça e o pai disse que só um milagre o poderá salvar e é por isso que eu estou aqui. Então, quando custa um milagre?
- Não vendemos milagres. Desculpa, mas não posso ajudar-te – respondeu o farmacêutico já com mais suavidade.
- Escute, eu tenho aqui dinheiro para pagar. Se não for dinheiro suficiente conseguirei o resto. Por favor, diga-me quanto custa, insistiu a pequena.
O irmão do farmacêutico era um homem muito gentil. Deu um passo em frente e perguntou à menina:
- Que tipo de milagre precisa o teu irmão?
- Não sei – respondeu ela, levantando os olhos suplicantes para ele – só sei que está muito mal e a mãe disse que ele precisa de ser operado. Como o pai não pode pagar, quero usar o meu dinheiro.
- Quanto tens? – Perguntou o homem de Chicago.
- Um euro e onze cêntimos! Respondeu a menina, num sussurro.
- É tudo o que tenho, mas posso conseguir mais se for preciso.
- Que grande coincidência! – Sorriu o homem – é exactamente o preço de um milagre para irmãozinhos.
O homem pegou no dinheiro com uma mão e, dando a outra mão à menina, disse:
- Leva-me até tua casa. Quero ver o teu irmão e conhecer os teus pais. Quero ver se tenho o tipo de milagre que tu precisas.
Aquele senhor gentil era um cirurgião especializado em neurocirurgia. Alguns meses depois, André estava em casa, recuperado e feliz. A família comentava a sequência dos acontecimentos. Gostariam de saber quanto custou a operação. A menina sorria. Ela sabia exactamente quanto custava um milagre. Um euro e onze cêntimos… mais a fé de uma menina."
Não há situação pior que seja, que resista ao milagre do amor.
A educação....

Ora para quem ouve fora do contexto, quase que podemos aplicar esta frase ao que se passa com a educação portuguesa. São as manifestações e a ministra, são os professores e os alunos, é o caos e a ordem (isto agora num conceito paradigmático) é o dá-me tudo - tendo tudo, para o não dou nada - mas quero tudo.
Coisas da política nacional, para aqueles a quem o assunto nada diz, medidas a tomar, para aqueles que sentem uma preocupação pela realidade.
Mas o que considero importante neste imbróglio é que tal como em qualquer empresa ou sistema que queira levar a bom ter os seus objectivos, os seus membros têm de ser alvo de uma avaliação, directa, no caso de existirem formulários ou indirecta, no caso de não existirem formulários mas existirem chefes que supervisionam os empregados para que os mesmos andem em linha (para não dizer na linha).
Acho ridícula a até então actual situação de progressões da carreira da função pública.
Quer eu fosse bom trabalhador ou mau, tanto dava, até porque no fim a recompensa era exactamente a mesma se não maior. O laxismo a que assistíamos descredibilizava de tal forma a função pública que quase todos, se não todos, fazíamos troça dessa mesma classe.
Eram as piadinhas do tipo: “- Então quantos funcionários públicos são precisos para mudar uma lâmpada??? 2, 3, ou 4 ? Ah, nenhuma das hipóteses porque só com 5 é que se consegue” que atiravam para o descrédito todos os trabalhadores suprimindo aqueles que se esforçavam.
Quando ninguém discorda destas ideias só pode mesmo haver avaliação.
Pior que reconhecer quem fracassa é não reconhecer quem tem sucesso, porque se numa empresa privada aqueles que não servem são dispensados porque é que não devemos dispensar aqueles que não servem da função pública?
Bem, mas tudo isto são meras considerações que não traduzem a minha total concordância com todo este processo. Apenas uma breve reflexão, porque soluções milagrosas….só mesmo para os Santos.
Até já!!
Meandros de uma espécie de escuridão...
Conhecer implica descobrir as facetas menos boas (até porque as boas à primeira toda a gente as apresenta) e descobrir essas facetas pode deixar-nos surpreendidos de tal forma que nos faz querer fugir dali para fora a sete ou até mil pés.
O problema é que não conseguimos fugir (condicionantes de uma estrutura social) e resta ficarmos à espera que aquele momento passe rapidamente para voltarmos à alegre simplicidade de não conhecermos. O problema, esse mesmo irremediável, é o facto de não existir mais volta para os eventos apercebidos…
Para concluir, até porque este género de coisas são pouco atractivas para os que viajam na net, mais vale ficar escondido do que dar-se a conhecer – desta forma a desilusão da descoberta e o carisma do que sempre supusemos que era – nunca deixa de SER!!!
quarta-feira, 5 de março de 2008
Teste do Racismo!!
Num galinheiro existiam 30 galinhas. Um negro levou 10 galinhas.
Quantas galinhas ficaram no galinheiro?
(faça as contas antes de ler a resposta...)
Resultado:Se você respondeu 20 galinhas - Você é racista...
Se você respondeu 40 galinhas - Parabéns!!! Pois se tinha 30 e o negro levou mais 10, ficaram 40 galinhas.
Eu não disse que o negro tinha roubado ...
Uma bela amiga!
É uma bela cidade, composta para a quaresma.
Por ela deambulam diversas e curiosas pessoas.
Entre elas está uma amiga que andou a aturar-me por entre aquelas ruas.
Obrigada pela disponibilidade e boa disposição.
O Homem...
Um homem tinha três namoradas e não sabia com qual delas deveria casar.
Resolveu, então, fazer um teste para ver qual estava mais apta a ser a sua mulher. T
irou 15 mil euros do banco, deu 5 mil para cada uma e disse:
- Gastem como quiserem.
A primeira foi ao shopping, comprou roupas, jóias, foi ao cabeleireiro, salão de beleza, etc.
Voltou para o homem e disse:- Gastei todo o teu dinheiro para ficar mais bonita para ti, para te agradar. Tudo isso porque te amo.
A segunda foi ao mesmo shopping, comprou roupas para ele, um cd, uma televisão ecran plano, dois pares de ténis para jogar basquetebol, tacos de golfe e filmes. Voltou para o homem e disse:
-Gastei todo o teu dinheiro para te fazer mais feliz, te agradar. Tudo isso porque te amo.
A terceira pegou o dinheiro, a plicou em acções. Em três dias duplicou o investimento, devolveu os 5 mil Euros ao homem e disse:- Apliquei o teu dinheiro e ganhei o meu. Agora posso fazer o que quiser com o meu dinheiro. Tudo isso porque eu te amo.
Então o homem pensou,
pensou....Pensou....Pensou....Pensou....Pensou....Pensou....Pensou....Pensou....Pensou....Pensou....Pensou....Pensou.... Pensou....Pensou....Pensou....Pensou....Pensou....Pensou....Pensou.... Pensou....
(homens, pensam muito...)
Pensou....Pensou....Pensou....Pensou....Pensou.... Pensou....Pensou....Pensou....Pensou....Pensou....Pensou....Pensou....Pensou....Pensou....Pensou....Pensou....Pensou....Pensou.... Pensou....Pensou....Pensou....Pensou....Pensou....Pensou....Pensou.... Pensou....Pensou....
E continuou com as três! HOMENS...
terça-feira, 4 de março de 2008
Canção do Jamé!!!
Um aeroporto à grande, mesmo de top
Não há escolas, nem hospitais
Encomendaram-se estudos, fizeram debates
Até que saiu o estudo feito pelo LNEC
Som"Sócrates Alcochete" A localização do novo Aeroporto de Lisboa na Zona do Campo de Tiro de Alcochete é aquela que se verificou ser a mais favorável
Façam o que bem quiserem
Não há escolas, nem hospitais
A "crise"!!!!
segunda-feira, 3 de março de 2008
O que é absoluto ou relativo...
Lanço esta pergunta, pelo facto de me cruzar com tantas pessoas "absolutas" que me deixam de candeias às avessas....e como nesses dias "me passo da cramalheira" e costumo ser muito pouco simpática gostava de ver os vossos comentários...